O mundo é uma jabulani

sábado, 11 de junho de 2011

O que nós, avaianos, temos hoje, Sábado, dia 11 de junho, de especial na cidade? Ora, um jogo do Avaí.

Avaiano que é bom, que se preze, acompanha os jogos do seu time. Conheço gente de muitos lugares, manezinhos, comedores de siri e de pirão d'água com cocoroca frita, espalhados por esse mundo da jabulani, que são torcedores do Avaí. E não deixam de saber notícias e comentários sobre o Leão. Se pudessem estar aqui, em Floripa, certamente estariam na Ressacada acompanhando mais um jogo do time de listras azuis e brancas do Sul a Ilha.

E é para estes que eu escrevo. Para as pessoas que gostam do Avaí acima de tudo. Para os que tem esta paixão azul, essa força azurra. Existem pessoas que são avaianas e só vão na boa? Ou quando o time está numa decisão ou prestes a ser campeão? Claro que sim. São menos avaianos que os outros? Obviamente que não. De maneira alguma. Mas não é para estes que eu me dirijo.

Até porque de alguns nem sei o nome, a estampa, se bebe Coca-Cola ou água benta. Então, cada um na sua. Dessa forma, eu convoco os meus amigos avaianos, aqueles que eu conheço, para ir à Ressacada em todos os jogos. E sei que são muitos e são os mesmos das campanhas épicas do Leão da Ilha.

Tem "jente" que reclama das transferências de responsabilidades, mas vive fazendo a mesma coisa. A Diretoria é tansa em não fazer times competitivos? As negociações com empresários do futebol extrapolam a nossa paciência? Os treinadores que trazem para cá são uns malas que se acham? Os jogadores têm na cabeça contratos com times "maiores"? Os preços dos ingressos são europeus? A fila, o frio, a chuva, a novela das oito atrapalham a ida ao estádio? Sim, tudo isto a gente sabe. E a gente reclama de tudo isso, mas continua indo. Porque somos avaianos e não temos outro time pra torcer. Seria muito fácil se eu torcesse para o Barcelona. Viveria em paz, sem reclamar de nada, sendo campeão a toda hora.

Por isso que não faço comparações, de quem é mais quem.

E, de mais a mais, esse negócio de ficar comparando as coisas é prova de frustação. Eu, por exemplo, não vivo apontando os homens de lá pra cá, ou daqui pra lá, para saber se sou mais homem ou menos homem. Até porque sou casado com uma mulher e ficar comparando o tamanho do bilau dos outros pode ser bacana e estar na moda. Coisa de parada gay. É moderno, mas não é o meu chão.

2 comentários:

  1. Belo post Aguiar! Tem gente falando demais, tem torcedor jogando a toalha (assim como fizeram os do CD...), não é hora prá isso! É hora de apoiar, acreditar, afinal, é o que nos resta: Torcer! Não podemos entrar em campo e jogar por eles, então eles que façam sua parte!
    Eu estarei lá!!!

    Vai Prá Cima Deles Leão!!!

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