A Federação do Delfim chegou ao seu limite. É hora de dar tchau.
Tenho chamado a atenção, freqüentemente, para as arbitragens de SC. Aqueles sujeitos que se vestem de preto e metem um apito na boca não são qualificados para arbitrarem jogos de futebol. nem aqui e nem naquele lugar que o Kaká expressou na Copa. Podem ser qualquer coisa na vida. Podem ser vendedores de raspadinha, de cocada na praça, de passe de ônibus, de pomada de boto da Amazônia, podem fazer malabarismos nos semáforos, podem fazer qualquer coisa, menos ser árbitros de futebol. Mas eles são afilhados de quem? Da Federação do Delfim.
Os jogos promovidos pela Federação são jogados em campos em estado lastimável. Arquibancadas podres, acessos inseguros, gramados rejeitados até pelas vacas, sem contar as invasões e penetras de toda ordem dentro do espaço que deveria ser apenas dos jogadores. Mas quem define que os estádios estão em boas condições? A Federação do Delfim.
Os contratos firmados em nosso futebol, principalmente os da TV, merecem uma auditoria fiscal. E não precisa ser muito severa, não. Basta um contador que saiba somar 2+2 e veremos uma série aranhas e teias espalhadas por aí. Mas quem viabiliza os contratos em nosso campeonato? A Federação do Delfim.
Os funcionários da Federação não têm competência para trabalhar sequer de gari nas prefeituras pelo resto do Estado. Com todo o respeito aos garis, obviamente. Um confessa que há armações nos sorteios dos árbitros para os jogos. Se fosse apertado mais um pouquinho acabaria confessando que há armação até nos jogos. Os avaianos, por sinal, sabem muito bem disso. O outro, que a propósito, é filho do dono, invade rádio e distribui sopapos em jornalistas, como um autêntico gangster. De quem essa gente é empregada? Do Delfim e de sua Federação.
Poderia elencar mais coisas, mais absurdos existentes nessa Federação. Mas o meu estômago é sensível e acabaria devolvendo.
O que fica de lição pra gente que é torcedor é a desconfiança. Está mais do que na hora de a Cosa Nostra instalada na Federação dê no pé. Que sejam mandados embora, e pela porta dos fundos. Que arrumem um quintal pra plantar batatas e escafedam de vez da Federação Catarinense de Futebol. Ali deve ser lugar pra gente séria e não para essa gentinha que se arvora comandante de um campeonato.
Aliás, as redes de TV, os jornais, a imprensa de nosso Estado está engordando à beça com as moscas que andam comendo, não é verdade? É outro grupo de gentinha que não honra as calças que vestem. Será o efeito estupro, que deixa os jornalistas tansos? Ou uma doença chamada apaniguação?
Aliás, também, a Associação de Clubes está surda e calada porque?
Juro que a palavra cambada veio em minha boca, mas eu ainda não vou pronunciá-la.
deixa que eu pronuncio! CAMBADA DE FILHO DA PUTA, BANDIDOS SAFADOS...