O Destino a Gente Faz

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Muita coisa ocorreu nestes últimos dias na Ressacada. Desde a saída de ídolos, do sujeito que quebrava um galho de treinador, de conselheiros frouxos largando o barco e até acusações fortes contra o filho do presidente do clube, tudo isso assolou o estádio dos tijolinhos à vista dos Carianos. Nesse meio tempo, foi contratado alguém que é técnico, cuja competência será medida agora. Ainda temos a vinda de novos jogadores para qualificar o elenco, graças à atuação da parceria vitoriosa, que parece querer remontar um time forte em seu retorno à Ressacada.

Nenhum clube do futebol brasileiro, nem mundial, que se preze passa por isso sem seqüelas, é bom que se diga. E o momento, agora, é de calma, sim, porém, de ações também. Há muito trabalho a ser feito.

Cansativamente vamos dizer que isso tudo se deve graças ao plano C do planejamento, ou seja, aquela situação em que se algo der muito errado, rasga-se tudo e se começa de novo. Nada anormal para os padrões do futebol brasileiro. É até salutar, quando se reconhecem erros e se tenta acertar. E o Avaí está, ao que nos apresentam os fatos, encerrando o ano de 2010 e iniciando 2011. Todavia, só  o tempo dirá que conclusões sairão disto.

Não vou entrar aqui no mérito das culpas coletivas e individuais. Já fizemos isso à exaustão e a continuar na mesma tecla, vamos nos tornando chatos. Talvez seja bacana e interessante remontar o quadro a toda hora para vender jornal ou dar audiência em blogs ou redes sociais. Nada contra, mas prefiro fazer ao contrário.

Prefiro dizer que o Avaí, nesta nova fase, entrará em campo contra o Palmeiras com um esquema tático que ainda não conhecemos. Por mais que se conheça os jogadores que irão atuar, o número de formação, se 4-4-2, 3-5-2, 171, ou 69 pouco importa. O que se deve levar em consideração é que finalmente vamos poder ver um time jogar, até pelas expectativas criadas. Há muito que falta alguém treinando o Avaí por esta bandas. A gordura apontada foi só um pretexto para se dizer que alguém comeu mosca na preparação dos atletas.

Em relação às coisas administrativas que pipocam e teimam em manchar os nomes construídos, ao contrário das batatinhas recém nascidas que se esparramam sem controle pelo chão, é melhor alguém se aligeirar e resolver isso da maneira como determina o bom senso, ou seja, com os devidos esclarecimentos. Porque, como manda a lei da natureza, toda batatinha um dia acaba sendo frita ou assada. É melhor não deixar o óleo ferver, por supuesto!

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